Ter que permanecer com essa vontade direcionada para um vazio, para a possibilidade de uma existência que não se concretiza, que ainda não se efetivou, mas que vigora latente e intensa como algo que deve de ser, que tem a obrigação de vir a ser. Ter que suportar a necessidade extrema de algo que é existente só como possibilidade, e que se mostra como a única opção, mesmo estando totalmente longe de ser "de fato": o caminho único rumo ao inexistente, longínquo e plenamente necessário. É aterrorizante!