Quero ser o topo da árvore mais alta da mais densa floresta
Quero ser o infinito dentro do sentimento de uma paixão infantil
pelas cores de uma praia longínqua e deserta
Quero voar no vento de uma cidade fantasma esquecida
Cambalear seca no céu de uma folha de outono
despendurada por um ventania invertida
Ah! Alma secreta, cheia de embriaguês e pendências
No vapor que sai do bule do café em mim te condensas
Cambaleias em meu coração desritmado e impaciente
Dentro da lembrança meloancólica de um intenso sol poente
Tu és uma vontade amarga e congelante
Uma dor que a tudo que há de mais cruel é aspirante
Destruíste-me na inapreensibilidade do teu caminhar
Desisto de ti porquê desististes de mim; e só por isso. Desisto de ti para conseguir não querer esquecer-te... pois se conseguisse incorporar a vontade de não te querer mais, estaria negando... negando sabe-se lá o que que não consigo viver sem.
Espero um dia nunca entender...
Quero ser o infinito dentro do sentimento de uma paixão infantil
pelas cores de uma praia longínqua e deserta
Quero voar no vento de uma cidade fantasma esquecida
Cambalear seca no céu de uma folha de outono
despendurada por um ventania invertida
Ah! Alma secreta, cheia de embriaguês e pendências
No vapor que sai do bule do café em mim te condensas
Cambaleias em meu coração desritmado e impaciente
Dentro da lembrança meloancólica de um intenso sol poente
Tu és uma vontade amarga e congelante
Uma dor que a tudo que há de mais cruel é aspirante
Destruíste-me na inapreensibilidade do teu caminhar
Desisto de ti porquê desististes de mim; e só por isso. Desisto de ti para conseguir não querer esquecer-te... pois se conseguisse incorporar a vontade de não te querer mais, estaria negando... negando sabe-se lá o que que não consigo viver sem.
Espero um dia nunca entender...