9 de julho de 2012

Lidando melhor com os urubus (uma homenagem às avessas para Augusto do Anjos)

Que não se dissolva minha vida
Mesmo que ela se dê igualmente a uma célula caída
Na aberração de um óvulo infecundo;

E que, além disso (ou junto disso), o agregado abstrato das
       saudades
Fique batendo nas perpétuas grades
Do último verso que eu fizer no mundo!