Ela abriu os olhos mais uma vez e soube que viveria algo que já viveu. Abriu a porta como sempre abrira e não viu o céu. Sentiu o mundo pesar em suas costas quando veio chegando a noite. Desaguou quando foi preciso e se reconstruiu em sua própria correnteza. Ela não viu com nitidez, mas o tempo passou e ela ficou velha. Ela não viu as flores, não viu nada. Seu cérebro foi decodificado: uma escrava de si mesma. Deitou na cama e dormiu antes mesmo que sua cabeça encostasse no travesseiro. Abriu os olhos, recomeçara tudo de novo.